Nosso jeito de informar
Clareza começa por mostrar o que sabemos, de onde veio a informação e o que ainda não pode ser concluído.
Primeiro, uma pergunta delimitada
Uma pauta precisa caber em uma pergunta compreensível. Saúde, alimentação, estética e produtos naturais pedem contexto: para quem a informação foi produzida, qual situação ela descreve e até onde pode ser aplicada. O texto deve ajudar o leitor a identificar quando uma dúvida geral exige avaliação individual.
Fontes que sustentam o texto
Buscamos documentos oficiais, orientações técnicas e evidências adequadas ao tema. Links devem abrir referências identificáveis; não basta citar o nome de uma instituição. Resultados de um estudo não são transportados automaticamente para outra formulação, quantidade ou população. Promessas de cura, garantias de resultado e chamadas que exploram medo não fazem parte deste critério.
Quem escreveu, quem conferiu
Datas, autoria e tipo de revisão devem ser apresentados de acordo com o trabalho realizado. Aprovação editorial e revisão clínica são registros diferentes. Uma ferramenta automatizada não recebe o título de profissional de saúde. Detalhamos o uso de inteligência artificial em página própria.
Depois que um guia muda
Uma alteração relevante exige nova avaliação da versão. A revisão anterior não é um selo permanente. Quando uma correção modifica informação importante, o leitor deve conseguir entender o ajuste. Vínculos comerciais são sinalizados junto do material, conforme a política de publicidade.